Primeira parcela será paga junto ao benefício de abril e a segunda em maio; medida beneficia milhões de segurados em todo o país
O governo federal anunciou a antecipação do pagamento do 13º salário para aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). A medida mantém o padrão adotado nos últimos anos e deve injetar bilhões de reais na economia ainda no primeiro semestre de 2026.
De acordo com o cronograma previsto, a primeira parcela do abono anual será depositada junto com os pagamentos regulares de abril, enquanto a segunda parcela será paga no calendário de maio. O repasse seguirá o número final do benefício, sem considerar o dígito verificador, como ocorre tradicionalmente nos pagamentos do INSS.
A antecipação beneficia mais de 30 milhões de brasileiros, entre aposentados, pensionistas e segurados que recebem benefícios temporários, como auxílio-doença e auxílio-reclusão. O objetivo do governo é reforçar a renda dessas famílias e estimular a atividade econômica em um período de menor consumo.
Quem tem direito ao 13º do INSS
Têm direito ao abono anual os segurados que recebem:
- aposentadoria
- pensão por morte
- auxílio por incapacidade temporária (auxílio-doença)
- auxílio-acidente
- auxílio-reclusão
O pagamento é feito em duas parcelas. A primeira corresponde a até 50% do valor do benefício, sem descontos. Já a segunda pode ter dedução de Imposto de Renda, quando aplicável.
Calendário segue final do benefício
Assim como ocorre com os pagamentos mensais do INSS, o calendário do 13º considera o número final do benefício. Os segurados que recebem até um salário mínimo são os primeiros a receber, seguidos pelos que ganham acima do piso nacional.
As datas começam no fim de abril e seguem até o início de junho, considerando as duas parcelas.
Impacto na economia
A antecipação do 13º dos beneficiários do INSS é vista pelo governo como uma estratégia para movimentar a economia, já que os recursos tendem a ser utilizados rapidamente no consumo de itens essenciais, como alimentação, medicamentos e pagamento de contas.
Economistas apontam que a medida ajuda a manter o nível de atividade em um período de menor circulação de renda, especialmente em cidades que dependem fortemente dos benefícios previdenciários.
Fonte: G1
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