A Polícia Civil prendeu na última terça-feira (2) um dos três suspeitos de envolvimento no assassinato do empresário José Leandro de Oliveira, morto a tiros durante um assalto no mês passado, em Osasco. A vítima, proprietária de um lava-rápido no bairro Novo Osasco, foi executada a queima-roupa na madrugada de 24 de novembro, crime registrado por câmeras de segurança.
O preso foi identificado como Ivan Almeida da Silva. Segundo informações divulgadas pelo portal G1, ele foi capturado em Osasco e é investigado por participação no latrocínio (roubo seguido de morte). A Polícia Civil, porém, não detalhou qual teria sido seu papel no crime.
Durante a operação, também foram cumpridos mandados de busca e apreensão, resultando na apreensão de celulares que podem auxiliar nas investigações. A polícia segue à procura de Danilo Barbosa de Sousa, apontado como comparsa. Sua prisão temporária já foi decretada pela Justiça, e ele é considerado foragido.
As investigações, conduzidas pelo 2º Distrito Policial de Osasco, continuam para identificar os demais envolvidos e esclarecer completamente o caso.
Como foi o crime
As imagens de segurança mostram dois homens escondidos embaixo de um caminhão à espera da vítima. Às 1h43, José Leandro chega ao local com sua BMW, desce do carro e caminha em direção à entrada do lava-rápido. Segundos depois, um dos criminosos surge armado e dispara várias vezes contra o empresário, que morre no local.
Após o crime, os suspeitos fugiram levando o veículo da vítima. O carro foi encontrado no dia seguinte no bairro Metalúrgico, a cerca de 3 km do local do homicídio, e encaminhado para perícia.
O caso havia sido registrado inicialmente como roubo a veículo no 5º DP, que trabalha para identificar todos os envolvidos.
Família acredita em emboscada
A família de José Leandro acredita que o empresário possa ter sido atraído para uma emboscada. Em entrevista à TV Record, a mãe da vítima, Benedita, declarou que o filho era um homem trabalhador e muito respeitoso.
“Não esperava perder ele dessa forma. Quero justiça”, disse. Ela também afirmou acreditar que o crime possa ter sido praticado por alguém conhecido da vítima: “Foi uma maldade que fizeram com ele.”
Fonte: Giro SA
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