Presidente dos EUA afirma que Israel já aceitou plano de paz e que trégua começará assim que o Hamas confirmar o acordo; republicano pede urgência para evitar novo derramamento de sangue.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou neste sábado (4) que Israel aceitou o plano inicial de libertação e troca de reféns com o Hamas. Segundo o republicano, o cessar-fogo entrará em vigor imediatamente após a confirmação do grupo palestino.
“Após negociações, Israel concordou com o plano de retirada inicial, que mostramos e compartilhamos com o Hamas. Quando o Hamas confirmar, o cessar-fogo entrará em vigor IMEDIATAMENTE, a troca de reféns e prisioneiros começará e criaremos as condições para a próxima fase da retirada”, escreveu Trump na Truth Social.
O plano de paz, apresentado na última segunda-feira (29), contém 20 pontos e prevê, entre outros aspectos, anistia aos membros do Hamas que depuserem as armas. Também estabelece que Gaza não será anexada por Israel e que o grupo islâmico ficará impedido de participar do futuro governo do território.
Em outra publicação, Trump disse não tolerar atrasos na implementação do acordo:
“O Hamas precisa agir rapidamente, ou tudo estará perdido. Não tolerarei atrasos nem qualquer situação em que Gaza volte a representar ameaça. Vamos concluir isso, RÁPIDO.”
De acordo com a agência Reuters, o Hamas afirmou nesta sexta-feira (3) que concorda com alguns dos termos propostos por Trump, incluindo a libertação de reféns, vivos e mortos.
Apesar das negociações, o porta-voz do Exército israelense, Avichay Adraee, informou que as operações militares em Gaza continuam e alertou civis a não retornarem à cidade.
Trump também afirmou que equipes técnicas dos países envolvidos se reunirão nesta segunda-feira (6), no Egito, para ajustar os “detalhes finais” do acordo, e que a primeira fase das tratativas deve ser concluída ainda nesta semana.
O republicano reforçou o apelo por agilidade: “Peço a todos que se movam rápido. O tempo é essencial, ou um derramamento de sangue massivo se seguirá — algo que ninguém quer ver.”
Trump reiterou que continuará acompanhando o “conflito secular”, com o objetivo de “finalmente alcançar a paz no Oriente Médio”.
Fonte: Band Jornalismo
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